Micose. Um caso sério.


Um relato pessoal sobre cuidado com os pés

Após algum tempo afastada das minhas postagens, hoje retorno para relatar algo que aconteceu comigo.


Eu estava acostumada a frequentar minha podóloga uma vez por mês. Era uma excelente profissional, e o serviço que ela prestava era realmente muito bom. Eu me sentia segura com toda a higiene e com a esterilização dos instrumentos de trabalho.


Imagem: internet

Quando o cuidado precisou ser interrompido

Mas todo bom trabalho tem um preço e, por causa de uma dificuldade financeira, precisei interromper a podologia. Isso me deixou muito triste, mas eu ainda tinha esperança de encontrar uma boa manicure, alguém que ao menos fizesse um pé razoável.

Durante alguns meses procurei uma profissional em diferentes salões e, em uma única ocasião, acabei fazendo o pé em um salão que eu não conhecia.

Os primeiros sinais de que algo não estava bem

Um dia após esse atendimento, surgiram no meu pé esquerdo algumas bolinhas vermelhas, parecidas com brotoejas. No início, não dei muita importância; apenas fiquei observando.

Com o passar dos dias, porém, meu pé esquerdo começou a ficar áspero, muito ressecado e passou a descamar. Tive que escondê-lo com meia e tênis. Eu sentia vergonha.

Além de já não estar frequentando minha podóloga, acabei ficando sem fazer o pé, pois passei a desconfiar de tudo e de todos. E, além disso, meu pé já estava doente.

O diagnóstico

Com a primavera se aproximando, resolvi procurar minha dermatologista.
Diagnóstico: micose.

Ela me explicou que a micose não desaparece sozinha com o tempo. Prescreveu um medicamento oral (cloridrato de terbinafina), uma pomada (Tefin) para o ressecamento e outra pomada manipulada para as calosidades que eu já tenho normalmente.

O barato que saiu caro

O resultado foi claro: aquele “pé baratinho” feito em um salão desconhecido, que custou cerca de R$ 25,00 (valor do início de 2014), acabou gerando um gasto muito maior, aproximadamente R$ 200,00 entre os dois medicamentos de farmácia e o produto manipulado.

Aprendizados

Hoje (11.12.2014), meu pé esquerdo já está bem melhor. Graças a Deus, o que aconteceu comigo foi algo leve. Ainda assim, pesquisando na internet, pude conhecer casos muito mais graves e até onde essa doença pode chegar.

Minha estratégia, a partir de agora, para economizar sem abandonar o cuidado, será alternar a podologia com o atendimento em um salão de confiança, sempre seguindo a recomendação da minha dermatologista:

“Leve seu próprio kit para o salão e peça para sua manicure usá-lo.”

 

Conclusão: Podologia não é gasto, é investimento.